domingo, 26 de junho de 2011

COMPRANDO TEMPO


É comum as pessoas comentarem que o tempo está acelerado; a vida moderna baseada no consumismo sem limite desse tempo do fim exige dos humanos muito esforço, e o dia se torna curto para suas atividades. As pessoas dormem pouco, se alimentam mal, deixam seus filhos em creches ou com babás, perdem tempo valioso em grandes engarrafamentos ou viajam espremidos como sardinhas em lata no precário transporte urbano. A preocupação com a segurança nos torna prisioneiro em nossos próprios lares, os indivíduos abastados gastam fortunas reforçando suas prisões, digo mansões, com grades, muros, monitoramento eletrônico, seguranças treinados, carros blindados, etc. A violência campeia nos centros urbanos e periferias de grandes médias e até pequenas cidades.

Milhões de indivíduos gastam horas a fio diante de um computador conectados à internet, viciados virtuais a ponto de não se importarem com suas responsabilidades pessoais. Com tudo isso, não há diálogo entre os familiares, quebram-se os elos das afinidades, cada qual vivendo em seu mundo particular. Em muitas famílias as pessoas vivem como estranhos dentro do próprio lar. E o que acontece? A solidão, o medo de perder, as preocupações do dia a dia, as cobranças, as dívidas, a má alimentação, poucas horas de sono, sedentarismo e a descrença em DEUS, resultam no que denominam a doença do século: a Depressão, enfermidade que atinge milhões de indivíduos em toda a terra a qual tem levado muitos a cometerem suicídio.

No meu último emprego numa grande multinacional, éramos dez profissionais na equipe, oriundos de vários estados do Brasil, atuando na área de fiscalização na construção de um complexo industrial. Como o contrato era por tempo determinado e aproximando-se o dia da rescisão, nos reunimos no auditório da empresa e entre outros assuntos, cada qual explanou o rumo a tomar e o que iria fazer com as verbas rescisórias. Três companheiros engalfinhavam-se numa discussão sobre modelo e marca do carro novo que pretendiam comprar, um outro mais jovem, apenas dissertava sobre as qualidades do “Note Book” e celulares de última geração que iria comprar. Uma das duas técnicas da equipe, afirmou que gastaria todas as suas economias com cirurgias plásticas, pois não estava feliz com o seu visual. Um outro colega de semblante fechado apenas sussurrou que iria liquidar uma antiga dívida em um banco privado, cujo valor havia quadruplicado em alguns anos. Todos afirmavam, porém, que precisavam urgentemente de um novo contrato de trabalho. Então me perguntaram: - - -Quais os seus planos ? - Eu, bem, vou comprar tempo.... Sem entender, todos olharam para mim e questionaram: - O que?... comprar tempo? - Sim; respondi , vocês nem se dão conta do quanto o tempo é precioso....com minhas economias pretendo comprar dois anos; para isto basta multiplicar meus gastos mensais por 24 meses de liberdade.

- Sim, mas serão dois anos de atraso ! ...e quando acabar o dinheiro? - De forma alguma respondi... Primeiro, serão dois anos de vida livre, junto à família, alimentando os pássaros, no mar, com meu barquinho, em acampamentos na mata, em orações, meditações, contemplando a bela criação do Senhor. – E o que farei após dois anos? Primeiro não sabemos o que acontecerá no dia de amanhã; cabe a nos agradecer a ADONAI por cada dia de vida. Mas se até lá YESCHUA não tiver retornado e eu estiver ainda neste mundo, o Senhor guiará os meus passos. E lembrem-se: Os zumbis não ouvem, não vêem, não falam, eles apenas obedecem; caminham como manada para o abatedouro regidos pelo sistema podre e mentiroso da nova ordem mundial.

Pratique atos de amor, exercite sua fé, use o seu senso crítico formando sua própria opinião sobre tudo que lhe é imposto, peça sabedoria a DEUS e busque sempre a paz.

Mesmo nesses tempos conturbados ainda é possível encontrar o caminho da felicidade.

Um grande abraço na paz de ADONAI SCHALOM

Autor: Albasgodel

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Escapando de um acidente!


30 de Janeiro de 2011, foi um fim de semana divertido em São Chico e Joinville, passamos o sábado em São chico e o domingo em Joinville na casa do sogro.
A denga e o cunha lavaram o carro, depois tomaram banho de piscina, e eu estava jogando poker na varanda.
Foi engraçado a denga tentando roubar um beijo do irmão dela.
Estava um dia nublado e esquisito, porém fazia muito calor e eu entrei na piscina com eles.
Eu estava sentindo um clima estranho no ar, e me deu uma tremenda vontade de pegar a estrada para Blumenau antes de anoitecer, mas acabamos ficando por lá até as 20:30.
Arrumamos as coisas, carregamos o carro, chau pra todo mundo e partimos rumo a Bnu.
Antes de sair, pedi para a denga se ela tinha alguma musica de Jesus no notebook pois queria vir ouvindo.
Geralmente escuto rap, mas por algum motivo queria escutar essas musicas evangélicas.
Infelizmente as músicas estavam em outro computador e viemos no silencio. Eu vim tenso a viagem inteira, estava muito cauteloso, minha média é 100 km/h, mas neste dia resolvi vir em 80 a 90. Sempre que um carro colava na traseira do pálio, abria e o deixava passar.
Até que em uma das ultimas retas Joinville - Blumenau, um caminhou estava se aproximando e eu resolvi baixar a velocidade a 60km/h para que ele me alcançasse e me passasse na ultima reta. Consegui fazer o feito.
Passados alguns minutos que o caminhão teria me passado um carro preto cruzou a nossa frente na br. Só deu tempo de pisar no freio e apertar a busina. Pensei comigo.. batemosss!!!
Um carro que vinha logo atrás quase foi pro mato pois não consequindo freiar e foi passando em alta velocidade pelo acostamento e eu não podia tirar para o acostamento pois o mesmo vinha businando. Não sei como não batemos, a foi a mão de Deus que nos livrou, foi coisa de milisegundos. Ana que estava dormindo acordou com a cena do carro preto na nossa frente, ela começou a chorar compulsivamente.
Depois do acontecido, viemos tranquilo o resto da viagem
Só tenho uma coisa a dizer, obrigado Jesus por me avisar de uma forma inconsciente que nessa viagem era para eu ter muita cautela.
Talvez aquele caminhão que deixei passar, justamente por sentir um clima estranho no ar, talvez ele batesse na gente, com certeza se ele tivesse atrás não iria conseguir segurar com a minha freiada. Obrigado Jesus por existir, obrigado pela proteção que nos deu nessa viagem e mais uma vez, obrigado por me passar um sinal para que eu andasse com muita cautela nesse trajeto.

Jonathas J. C