30 de Janeiro de 2011, foi um fim de semana divertido em São Chico e Joinville, passamos o sábado em São chico e o domingo em Joinville na casa do sogro.
A denga e o cunha lavaram o carro, depois tomaram banho de piscina, e eu estava jogando poker na varanda.
Foi engraçado a denga tentando roubar um beijo do irmão dela.
Estava um dia nublado e esquisito, porém fazia muito calor e eu entrei na piscina com eles.
Eu estava sentindo um clima estranho no ar, e me deu uma tremenda vontade de pegar a estrada para Blumenau antes de anoitecer, mas acabamos ficando por lá até as 20:30.
Arrumamos as coisas, carregamos o carro, chau pra todo mundo e partimos rumo a Bnu.
Antes de sair, pedi para a denga se ela tinha alguma musica de Jesus no notebook pois queria vir ouvindo.
Geralmente escuto rap, mas por algum motivo queria escutar essas musicas evangélicas.
Infelizmente as músicas estavam em outro computador e viemos no silencio. Eu vim tenso a viagem inteira, estava muito cauteloso, minha média é 100 km/h, mas neste dia resolvi vir em 80 a 90. Sempre que um carro colava na traseira do pálio, abria e o deixava passar.
Até que em uma das ultimas retas Joinville - Blumenau, um caminhou estava se aproximando e eu resolvi baixar a velocidade a 60km/h para que ele me alcançasse e me passasse na ultima reta. Consegui fazer o feito.
Passados alguns minutos que o caminhão teria me passado um carro preto cruzou a nossa frente na br. Só deu tempo de pisar no freio e apertar a busina. Pensei comigo.. batemosss!!!
Um carro que vinha logo atrás quase foi pro mato pois não consequindo freiar e foi passando em alta velocidade pelo acostamento e eu não podia tirar para o acostamento pois o mesmo vinha businando. Não sei como não batemos, a foi a mão de Deus que nos livrou, foi coisa de milisegundos. Ana que estava dormindo acordou com a cena do carro preto na nossa frente, ela começou a chorar compulsivamente.
Depois do acontecido, viemos tranquilo o resto da viagem
Só tenho uma coisa a dizer, obrigado Jesus por me avisar de uma forma inconsciente que nessa viagem era para eu ter muita cautela.
Talvez aquele caminhão que deixei passar, justamente por sentir um clima estranho no ar, talvez ele batesse na gente, com certeza se ele tivesse atrás não iria conseguir segurar com a minha freiada. Obrigado Jesus por existir, obrigado pela proteção que nos deu nessa viagem e mais uma vez, obrigado por me passar um sinal para que eu andasse com muita cautela nesse trajeto.
Jonathas J. C

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